
Talvez seria redundante falar em ciúmes citando Otelo, mas não é possível pulá-lo já que Shakespeare foi um reinventor da humanidade como dizem por ai deste simbolismo perpetuado do ciúmes que foi esta peça teatral. O ciúme não só atrapalha o bom andamento da saúde da comunhão, como torna também qualquer relação infernal. A bem da verdade todos nós seres humanos temos nossa Desdêmona...há, como temos.
Citando Rubem Alves ele explica de uma forma muito interessante o que é o ciume. Segundo o professor podemos imaginar você com sua amada em uma festa, e ela lá e você acolá. De repente você vê a sua amada com as costas desnudas numa roda conversando e naquele momento ela esta feliz sem pensar que você existe, você naquele momento não é necessário.
Realmente o ciúme dói.
Um comentário:
Na base do ciúme está o egoísmo... E no egoísmo há amor?
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