
Acompanhando minha filha, assisti o filme da primeira princesa negra produzido pela Walt Disney - A Princesa e o Sapo - talvez em uma homenagem aproveitaram a boa fase do primeiro presidente negro norte americano.
Confesso que não gostei nada do filme, resumiram a cultura negra em "vudus" apenas. A história reconta o clássico conto de fadas, uma princesa beija um sapo para que ele se transforme em príncipe dando início ai a uma grande confusão, uma delas é a parte do vilão que tem muito tempo em cena apenas clamando aos amigos do "outro lado" (inferno) através de barganhas e engana as pessoas com jogos de cartas. O filme tem cenários escuros que caberiam bem para uma participação especial do Batmam. Mostra também (não se preocupem não vou contar os pormenores do filme, tão pouco seu final) o amor dos negros pelo Jazz, mas na verdade mostrando um som ridículo que nem chega aos pés do som de gigantes do Jazz como Milles e Coltrane, alguém pode perguntar: mas não é filme pra criança? mas desde quando tem idade para se ouvir um bom Jazz!
Francamente se quiseram divulgar a cultura negra através de seu passado africano e de sua participação fundamental na vida norte-americana com a música, fiquei decepcionado ainda mais depois de ver uma apresentadora do calibre da Oprah comemorar esta estreia que deixou com certeza a família Luther King muito feliz.
Ainda bem que o preço foi promocional e a Thalía só pagou meia...inté!
Confesso que não gostei nada do filme, resumiram a cultura negra em "vudus" apenas. A história reconta o clássico conto de fadas, uma princesa beija um sapo para que ele se transforme em príncipe dando início ai a uma grande confusão, uma delas é a parte do vilão que tem muito tempo em cena apenas clamando aos amigos do "outro lado" (inferno) através de barganhas e engana as pessoas com jogos de cartas. O filme tem cenários escuros que caberiam bem para uma participação especial do Batmam. Mostra também (não se preocupem não vou contar os pormenores do filme, tão pouco seu final) o amor dos negros pelo Jazz, mas na verdade mostrando um som ridículo que nem chega aos pés do som de gigantes do Jazz como Milles e Coltrane, alguém pode perguntar: mas não é filme pra criança? mas desde quando tem idade para se ouvir um bom Jazz!
Francamente se quiseram divulgar a cultura negra através de seu passado africano e de sua participação fundamental na vida norte-americana com a música, fiquei decepcionado ainda mais depois de ver uma apresentadora do calibre da Oprah comemorar esta estreia que deixou com certeza a família Luther King muito feliz.
Ainda bem que o preço foi promocional e a Thalía só pagou meia...inté!
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