
Demasiadamente cansado la estava nosso herói sem qualquer idéia para debater e desafiar então uma antítese. Pelo horário de verão já era noite, porém, apesar do mau tempo, o céu ainda estava claro, as nuvens formavam um tapete 100% de algodão aglutinados entre si, só não com muita força para segurar as pisadas do sol que tinha seus raios inquietos.
Havia um livro sobre a mesa de Mário Quintana, mas sem qualquer despertar de interesse deixou o livro, pois não conseguiria se concentrar já que na sua cabeça tinha apenas uma máxima: “Ai que preguiça...”
Fulano tinha muita saúde e observava poucas formigas saúvas que carregavam incessantemente algumas folhas não para alimentação instantânea, mas sim após quando lodo virasse. Depois de algum tempo o sono foi inevitável, e num cochilar de meia hora foi o suficiente para sonhar o que seu coração mais queria caso o corpo estivesse disposto a ouví-lo. Sentado em um cantinho segurando um violão, aí sim seu coração batia as dissonâncias do instrumento. Ao acordar Fulano havia amassado a cara por ficar apoiado sobre a mão direita, acordou e viu que as formigas ainda estavam lá e lembrou da sapiência de Salomão nas escrituras: “vai ter com as formigas ó preguiçoso”. Sem exitar foi logo abrindo o livro para espantar a preguiça e continuar sua missão de espera daquela noite.
Quando deu por si estava bem acordado envolvido com o índio amazonense que sempre dizia “aique” (PREGUIÇA- no dialeto indígena), a noite passou sem perceber e quando seu tempo de espera acabou viu que as sauvítas ainda estavam lá, e eram muitas...
Fulano tinha muita saúde e observava poucas formigas saúvas que carregavam incessantemente algumas folhas não para alimentação instantânea, mas sim após quando lodo virasse. Depois de algum tempo o sono foi inevitável, e num cochilar de meia hora foi o suficiente para sonhar o que seu coração mais queria caso o corpo estivesse disposto a ouví-lo. Sentado em um cantinho segurando um violão, aí sim seu coração batia as dissonâncias do instrumento. Ao acordar Fulano havia amassado a cara por ficar apoiado sobre a mão direita, acordou e viu que as formigas ainda estavam lá e lembrou da sapiência de Salomão nas escrituras: “vai ter com as formigas ó preguiçoso”. Sem exitar foi logo abrindo o livro para espantar a preguiça e continuar sua missão de espera daquela noite.
Quando deu por si estava bem acordado envolvido com o índio amazonense que sempre dizia “aique” (PREGUIÇA- no dialeto indígena), a noite passou sem perceber e quando seu tempo de espera acabou viu que as sauvítas ainda estavam lá, e eram muitas...
9 comentários:
criativo- muito criativo - mario quintana-formigas- preguiça/grata surpresa- parabens pelo texto.
obraigada pelo comentaro
vc q escreveu??
E se deixar que as formigas trabalhem não precisará de muito tempo para deparar com espetacular formigueiro.
Cadinho RoCo
Oi Daniel;
Sempre a nos presentear com maravilhosas crónicas...
Esta "Crónica da Formiga" está magistralmente bem escrita...
E ficamos com vontade de ver e ler o capítulo seguinte.
Um abraço pro amigo Daniel, extensivo a São Paulo, cidade que conheço bem.
Osvaldo
Parabéns pelo texto,muito bom...
ler seu texto me deixou com uma preguiiiiii...
bj
que maravilha este momento...tão bem escrito
beijos
formiguinhas x macunaíma... rsrsrsr taí uma bela antítese!!!!
obrigada pelo comentario... apareça mais!!!!
té!
mais uma: " a formiga só trabalha porque nao sabe cantar" já dizia raul seixas
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