Todo mundo tem um caso de amor com pães. Não importa se é italiano, francês, ou de qualquer procedência, o que importa é que o pão encanta, alimenta e deixa qualquer um feliz da vida. Aliás, não deveríamos dizer vou à padaria, mas sim vou a pão-daria. Pena que nem todos têm esta visão fantástica que é o pão. Já ouvi até mesmo uma moça elogiar um rapaz dizendo: “Que pão”. Os gostos por ele são dos mais variados: “moreninho”, “os cascudos, por favor”, “bem clarinhos”, assim pede o freguês com saliva na boca aguardando a atendente do padejo.
O próprio Dostoievski reconhece este deleite quando ao prefaciar seu famoso romance “Os irmãos karamazovi” inicia com o texto das escrituras:
“Em verdade, em verdade vos digo: a semente de trigo, caída na terra, se não morrer, ficará infecunda, mas, se morrer, produzirá muitos frutos.” (João 12.24)
A bíblia mostra que a popularidade de Jesus aumentou em uma proporção bem maior quando Ele depois de abençoar cinco pães e dois peixinhos da início ao famoso milagre: A multiplicação dos pães. Se bem que o milagre maior foi um rapazinho que se encontrava no meio da aglomeração dividir o pão, ninguém quer reparti-lo, e isso é triste pois o pão que não é compartilhado perde sua essência, e não obstante, seu sabor.
Jesus falou também mais tarde do pão. Já havia multiplicado a hóstia por duas vezes. Este milagre que não pode ficar em uníssono teve que ter os bis a pedido da platéia judaica. Ficou tão famoso que é o único milagre na bíblia inteira que consta nos quatros evangelhos. Ou seja, nenhum se rendeu a esta delícia e teve que constar, pois onde a pão, ali a alegria.
Jesus ao ser tentado foi lhe oferecido o que tem de melhor nesta terra: O pão! Transforme esta pedra em pão! Ah... que tentação. Mas preferiu esperar e depois de algum tempo fez uma declaração sabendo como é maravilhoso este alimento, vejamos:
“Disse Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome...” (João 6:35)
Passado algum tempo as pessoas começaram a abandoná-lo, pois queriam que o reino de Deus fosse fundado aqui na terra e aliviaria o sofrimento que era imposto pelo império Romano. Mas Cristo sempre deixou claro que seu reino era espiritual e que no céu haveria o maná, o pão dos anjos. Que pena que não esperaram para tal. Mas mesmo apresentando um reino espiritual, Jesus mostra a importância da matéria também, e diz que todo aquele que comer do pão que é entregue na eucaristia, estará simbolicamente comendo seu corpo, lembrando de seu sacrifício pela humanidade.
Em seu sofrimento na cruz não lhe deram pão, logo ele que nunca havia negado para ninguém. Foi morto só por que quis dar o sustento da vida para a humanidade, como esta história é cíclica nos mostra que até hoje não podemos ter o pão de ninguém, pois a vaidade não permite a nenhuma pessoa reparti-lo, fazendo que nós deslembremos de partilhar como aprendemos com o filho de Deus.
A história bíblica tem um final feliz que se chama terceiro dia. Antes de subir aos céus após sua ressurreição, o Cristo aparece para alguns dos discípulos junto a um mar que se chamava Tiberíades na Galiléia, e, após ser reconhecido não podia faltar, claro, o bendito. O evangelho de João relata: “Veio Jesus e tomou o pão...”.
Que pena que naquela época não existia chapa quente.
O próprio Dostoievski reconhece este deleite quando ao prefaciar seu famoso romance “Os irmãos karamazovi” inicia com o texto das escrituras:
“Em verdade, em verdade vos digo: a semente de trigo, caída na terra, se não morrer, ficará infecunda, mas, se morrer, produzirá muitos frutos.” (João 12.24)
A bíblia mostra que a popularidade de Jesus aumentou em uma proporção bem maior quando Ele depois de abençoar cinco pães e dois peixinhos da início ao famoso milagre: A multiplicação dos pães. Se bem que o milagre maior foi um rapazinho que se encontrava no meio da aglomeração dividir o pão, ninguém quer reparti-lo, e isso é triste pois o pão que não é compartilhado perde sua essência, e não obstante, seu sabor.
Jesus falou também mais tarde do pão. Já havia multiplicado a hóstia por duas vezes. Este milagre que não pode ficar em uníssono teve que ter os bis a pedido da platéia judaica. Ficou tão famoso que é o único milagre na bíblia inteira que consta nos quatros evangelhos. Ou seja, nenhum se rendeu a esta delícia e teve que constar, pois onde a pão, ali a alegria.
Jesus ao ser tentado foi lhe oferecido o que tem de melhor nesta terra: O pão! Transforme esta pedra em pão! Ah... que tentação. Mas preferiu esperar e depois de algum tempo fez uma declaração sabendo como é maravilhoso este alimento, vejamos:
“Disse Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome...” (João 6:35)
Passado algum tempo as pessoas começaram a abandoná-lo, pois queriam que o reino de Deus fosse fundado aqui na terra e aliviaria o sofrimento que era imposto pelo império Romano. Mas Cristo sempre deixou claro que seu reino era espiritual e que no céu haveria o maná, o pão dos anjos. Que pena que não esperaram para tal. Mas mesmo apresentando um reino espiritual, Jesus mostra a importância da matéria também, e diz que todo aquele que comer do pão que é entregue na eucaristia, estará simbolicamente comendo seu corpo, lembrando de seu sacrifício pela humanidade.
Em seu sofrimento na cruz não lhe deram pão, logo ele que nunca havia negado para ninguém. Foi morto só por que quis dar o sustento da vida para a humanidade, como esta história é cíclica nos mostra que até hoje não podemos ter o pão de ninguém, pois a vaidade não permite a nenhuma pessoa reparti-lo, fazendo que nós deslembremos de partilhar como aprendemos com o filho de Deus.
A história bíblica tem um final feliz que se chama terceiro dia. Antes de subir aos céus após sua ressurreição, o Cristo aparece para alguns dos discípulos junto a um mar que se chamava Tiberíades na Galiléia, e, após ser reconhecido não podia faltar, claro, o bendito. O evangelho de João relata: “Veio Jesus e tomou o pão...”.
Que pena que naquela época não existia chapa quente.
3 comentários:
adoro pão!
auhiuahiuaa
adorei o texto.
eu faço letras. um clichê!
hehehehe
A é verdade todo mundo tem um caso de amor com um pão, o problema é que eu tenho casos com todos... rsrs
ate
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