
Escrever liberta. É como a verdade. Pseudônimos são válidos, talvez aquilo que gostaríamos de ser e não somos fica registrado no papel para podermos libertar aquele ser que em nós estava preso.
Quando registro, mostro um lado que com palavras alguma poderia dizer. Sinceramente, ou seja, sem cera, pois esta palavra nos diz que temos que estar sem máscaras, como que baseado na antiguidade quando os convidados de um baile à fantasia ao ressoar do sino que aponta meia-noite, as pessoas teriam que tirar suas máscaras que eram feitas de cera para então surgir ai a revelação. O problema é que são poucos os que estão dispostos a desmascarar-se estão até hoje protelando o bater dos sinos da meia-noite. Muito embora elas preservem a verdade sempre vai haver aquele calabouço no mais profundo do ser e lá tem as criaturas mais terríveis que nunca foram libertas, pois insistem em manter uma postura que ela mesma fez de si, impondo algo que quando a pessoa não suporta, pois por incrível que pareça tem pessoas que não se suportam tanto que aí parte para algo muito infeliz que é a enganação de si mesma. Não é aquilo que ela é. É um ser que não serve, pois não é ela, e então, passa a se alto anestesiar com drogas, bebidas e tantas e tantas outras coisas que faz com que não pensamos em nós mesmos e fiquemos lá em outro lugar menos naquele que deveria ser o nosso espaço.
Compartilhar de verdade aquilo que você sente muitas das vezes é complicado. Por que é bom você ouvir aquilo que você quer ouvir, apesar de que o crescimento vai vir daquilo que você nunca ouviu ou até mesmo daquilo que você não queria ouvir. Ainda bem que o papel sempre nos ouve...
Por gostar de escrever muitas pessoas se espantam e logo vão dizendo:
-Não sabia que você gostava de escrever.
-Nossa! Nunca podia imaginar isto de você... É verdade, as coisas que saem da nossa cabeça nem sei por que são assim. Mas é “assimqfunciona”, pois “as coisas são assim”. Vai saindo, mas o que importa na verdade é que quando escrevo estou me conhecendo, estou colando a todos uns eus que muitos pensavam não ser eu, mas desde já digo que a subjetividade também assusta até mesmo os mais íntimos de si mesmo... Escrevendo e dizendo aquilo que sai das vísceras. Vou-me... Inté!
Quando registro, mostro um lado que com palavras alguma poderia dizer. Sinceramente, ou seja, sem cera, pois esta palavra nos diz que temos que estar sem máscaras, como que baseado na antiguidade quando os convidados de um baile à fantasia ao ressoar do sino que aponta meia-noite, as pessoas teriam que tirar suas máscaras que eram feitas de cera para então surgir ai a revelação. O problema é que são poucos os que estão dispostos a desmascarar-se estão até hoje protelando o bater dos sinos da meia-noite. Muito embora elas preservem a verdade sempre vai haver aquele calabouço no mais profundo do ser e lá tem as criaturas mais terríveis que nunca foram libertas, pois insistem em manter uma postura que ela mesma fez de si, impondo algo que quando a pessoa não suporta, pois por incrível que pareça tem pessoas que não se suportam tanto que aí parte para algo muito infeliz que é a enganação de si mesma. Não é aquilo que ela é. É um ser que não serve, pois não é ela, e então, passa a se alto anestesiar com drogas, bebidas e tantas e tantas outras coisas que faz com que não pensamos em nós mesmos e fiquemos lá em outro lugar menos naquele que deveria ser o nosso espaço.
Compartilhar de verdade aquilo que você sente muitas das vezes é complicado. Por que é bom você ouvir aquilo que você quer ouvir, apesar de que o crescimento vai vir daquilo que você nunca ouviu ou até mesmo daquilo que você não queria ouvir. Ainda bem que o papel sempre nos ouve...
Por gostar de escrever muitas pessoas se espantam e logo vão dizendo:
-Não sabia que você gostava de escrever.
-Nossa! Nunca podia imaginar isto de você... É verdade, as coisas que saem da nossa cabeça nem sei por que são assim. Mas é “assimqfunciona”, pois “as coisas são assim”. Vai saindo, mas o que importa na verdade é que quando escrevo estou me conhecendo, estou colando a todos uns eus que muitos pensavam não ser eu, mas desde já digo que a subjetividade também assusta até mesmo os mais íntimos de si mesmo... Escrevendo e dizendo aquilo que sai das vísceras. Vou-me... Inté!
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