
Telmah realmente não sabia o que queria, fazia...do que brincava. Brincava?
Depois de tanto tempo andando de um lado para o outro a mando de seu chefe, se viu no centro-capital totalmente absorvida pelos seus pensamentos, quando de súbito fez uma parada desobrigatória. Sim sem obrigação porque ninguém a tinha mandado, já que se via sufocada pelas diretrizes que regem uma sociedade da qual ela fazia parte.
Entrou em um táxi depois de refrescar-se com um suco.
Telmah estava em uma condição que talvez nem o reinventor da humanidade sr. Shakespeare poderia norteá-la naquele dia. Deu para prosear consigo mesma e nem filosofia cursava mas sim Direito que também foi meio que imposto pelo pai.
Ao assumir novamente seu eu sem teu, foi-se a distrair-se com os afazeres diários para poder dizer que éra ocupada. Mais tarde porém após algumas horas de estudo, pensou em desanimar pois se sentia como um automóvel que aceleravam e passavam as marchas como bem entendessem, mas deixou tudo p'ra lá e mesmo sendo tarde, passou em uma locadora de filmes, escolheu um e foi pra casa. Telmah estava no conforto de seu lar, o filme passava mas ela não entendia nada, só o corpo assistia, já seu coração em prosa com o raciocínio debatiam: ser ou não ser...
Depois de tanto tempo andando de um lado para o outro a mando de seu chefe, se viu no centro-capital totalmente absorvida pelos seus pensamentos, quando de súbito fez uma parada desobrigatória. Sim sem obrigação porque ninguém a tinha mandado, já que se via sufocada pelas diretrizes que regem uma sociedade da qual ela fazia parte.
Entrou em um táxi depois de refrescar-se com um suco.
Telmah estava em uma condição que talvez nem o reinventor da humanidade sr. Shakespeare poderia norteá-la naquele dia. Deu para prosear consigo mesma e nem filosofia cursava mas sim Direito que também foi meio que imposto pelo pai.
Ao assumir novamente seu eu sem teu, foi-se a distrair-se com os afazeres diários para poder dizer que éra ocupada. Mais tarde porém após algumas horas de estudo, pensou em desanimar pois se sentia como um automóvel que aceleravam e passavam as marchas como bem entendessem, mas deixou tudo p'ra lá e mesmo sendo tarde, passou em uma locadora de filmes, escolheu um e foi pra casa. Telmah estava no conforto de seu lar, o filme passava mas ela não entendia nada, só o corpo assistia, já seu coração em prosa com o raciocínio debatiam: ser ou não ser...
4 comentários:
quantas vezes nos interrogamos com estas simples...mas complexas palavras
beijos e boa semana
Oiiii! Meu blog mudou!
Agora é esse aqui: www.peripeciasdatatah.blogspot.com
Obrigada a todos que NUNCA me abandonaram e estiveram do meu lado mesmo depois do meu afastamento!
Quem me acompanhava, peço que acompanhem no outro e saiam do antigo tá?
e agora.. VAMO QUE VAMOOO que eu to de volta!
beeeijo
passei para desejar uma boa Páscoa
Telmah e seus mostérios.
Cadinho RoCo
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