domingo, 1 de fevereiro de 2009

JONAS



Conheci um dia desses alguém com o nome de Jonas. Não pessoalmente por já estar morto mas através de um livro. Conta neste livro que Jonas em um dia daqueles, recebeu uma ligação em seu celular. Era seu pai. Queria que Jonas fosse lecionar em Nínive capital da Assíria (Iraque) de origem semita. Jonas não gostava daquele lugar, dizia haver ali muitos arqueólogos e que ele não se dava com nenhum deles.
Sem exitar saiu logo, e foi a um cruzeiro viajar para Társis, bem longe aonde seu pai tinha sonhado para que seu filho instruísse. Pagou o cruzeiro e foi-se.
Mas algo inesperado aconteceu, veio uma forte tempestade e quando o navio estava preste a ir a pique, marinheiros faziam muitas orações mas Jonas tinha paz de criança dormindo.
O comandante do navio acordou Jonas e perguntou como ele conseguia dormitar diante de tamanha catástrofe. Jonas com peso na consciência por ter desobedecido seu Pai pulou do navio e acabou sendo engolido por uma baleia.
Em um momento de desespero mesmo dentro da baleia orou fervorosamente dizendo que caso saísse dali vivo faria aquilo que seu querido Pai havia dito. Depois do voto o inesperado aconteceu, a baleia e com um ar de enjôo não pensou duas vezes e vomitou o desobediente.
Após o susto seu Pai ligou e determinou que seu filho não se esquecesse daquilo que ele lhe havia dito.
Sendo assim Jonas percorreu a cidade lecionando em Nínive que era uma cidade bem perigosa.
Havia momentos que Jonas ligava para seu Pai furioso dizendo que iria dar cabo da própria vida, pois não concordava com surpresas que ali acontecia e achava que passava tudo aquilo por causa dele.
Seu pai deu-lhe de presente uma planta da qual Jonas gostava muito, principalmente descansar debaixo de sua sombra, mas passado algum tempo a planta morreu por causa de um verme que feriu a planta até esta secar.
Jonas mais uma vez pediu a morte tendo suas crises de depressão, principalmente quando lembrava da planta da qual ele tanto estimava.
Em conversa com seu pai por telefone o mesmo dizia que se ele tinha afeto pela planta quanto mais deveria ter pelas pessoas de Nínive que era tão carente por conhecimento e não sabiam distinguir a mão esquerda da mão direita. Em tempo como estes é importante conhecer a verdade e deixar a verdade nos libertar.

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