As vezes fico a imaginar como deve ser viver em uma cultura em que se sobra tempo para descansadamente poder ler um bom livro, ouvir uma boa música, perceber os pássaaros cantarolando em árvores e até mesmo escultar músicas agradáveis vendo crianças brincando e estudando tendo seus direitos preservados. Será que somos tão cegos pra ver que o mundo esta tão ruim que esta difícil para as crianças viverem neste mundo. Mas, passaríamos a vida toda fazendo esses tipos de coisas e com certeza não enjoaríamos apesar de parecer enfadonho pra quem vive em uma cidade agitada como São Paulo em que o ter o que fazer não falta, mas quando paramos pra refletir, parece que a vida só passou e nada de verdade foi feito, faltou é tempo para fazer o que vale a pena - ou seja - viver a vida!
Muita das vezes vejo as pessoas tentando fazer dessa nossa cidade uma coisa legal mas só vejo shopping como opção de lazer e quando algo diferente acontece parece um fenômeno mas muita das vezes não é, como por exemplo a avenida Paulista que "trava" quando no final do ano as pessoas carentes querem ver as luizinhas e pirotecnias de natal.
Bom, hoje acordei como sempre nos dias úteis as 6h10. Tomei banho e fiz café com leite e comi bisnaguinha com manteiga. As 6 horas e 40 minutos eu saio em direção ao meu carro e ligo ele e espero que ele esquente pelo menos 3 minutos e acrescento um bônus enquanto o portão automatico abre. Quando finalmente saio, ligo de imediato o rádio que já esta sintonizado na rádio CBN e vou sob a companhia de Herodoto Barbeiro que de uma forma bem humorada passa as novidades de uma louca cidade. Cada rua que passo tento controlar o tempo e quando entro em tal rua logo olho para o relogio para ver se estou dentro do contexto do não atrasado. Chego e logo existo para o trabalho, que ancioso me aguarda incansável de sua rotina apesar de não ser imune a uma boa férias.
A cidade grande é um fenômeno de pessoas que correm em direção do comer, beber e dormir.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
ter

O amor é um problema de todo mundo, e a solidão de alguns. Ninguém gosta de ficar só, salvo quando é para descansar, destressar e até mesmo fazer uma higiene mental mas na verdade todos gostamos de uma boa amizade, um bom papo, uma boa bebida e risadas compartilhadas tem mais graça, pode crer. Adoramos o seriado americano FRIENDS por que na verdade aquilo é o que todo mundo queria, sim uma utopia em que você esta com as melhores pessoas do mundo pra você, que significa muito pra você e compartilhar tudo com eles sem ficar perdendo tanto tempo com trânsito, contas, dores e desilusões que a vida nos proporciona diariamente, e quando não semanalmente ou até vá lá anualmente mas é de certo: há desencontros durante a nossa jornada nessa vida e não queremos ficar só.
Com atenção reparo na moça que por ainda não ter filhos, optou pela anti-solidão mimática, e comprou um lindo cachorrinho, vi também por aí moradores de rua que sempre tem algum objeto em seu poder, apesar de na morte nada levar-mos cada ser humano luta por ter sua posse, desde a mais supérfula como colecionar canecas, selos ou tampa de garrafas e aqueles que ajuntam dinheiro e em vez de usufruir em vida com os que amam deixa para que depois de sua morte se matem para poder terem mais...a posse é um vício mas na verdade não queremos admitir, que não somos desapegados com as coisas e queremos ter.
Afinal, ter ou não ter eis a questão! Mas tenhamos certeza, que como diz as escrituras sagradas - a amigos mais chegado que um irmão.
Com atenção reparo na moça que por ainda não ter filhos, optou pela anti-solidão mimática, e comprou um lindo cachorrinho, vi também por aí moradores de rua que sempre tem algum objeto em seu poder, apesar de na morte nada levar-mos cada ser humano luta por ter sua posse, desde a mais supérfula como colecionar canecas, selos ou tampa de garrafas e aqueles que ajuntam dinheiro e em vez de usufruir em vida com os que amam deixa para que depois de sua morte se matem para poder terem mais...a posse é um vício mas na verdade não queremos admitir, que não somos desapegados com as coisas e queremos ter.
Afinal, ter ou não ter eis a questão! Mas tenhamos certeza, que como diz as escrituras sagradas - a amigos mais chegado que um irmão.
sexta-feira, 26 de março de 2010
Morro do Careca_Praia Ponta Negra



Um belo café, um belo banho na piscina e enfim conseguimos comer carne de sol por aqui. E foi muito gostoso porque resolvemos comer no quarto do hotel. Pedimos para o serviço de quarto preparar para nós uma bela carne de sol acompanhado de feijão verde (hummmm!!), sensacional. Comemos e bebemos e descansamos bastante no quarto, confesso que estava meio preguiçoso, mas lá pelas 4h00 da tarde saímos para a praia e enfim tiramos fotos bem debaixo do morro do careca.
Aqui em Natal é engraçado porque escurece muito rápido, quando é 5h45 do horário de Brasília já começa a demonstrar que a noite já vem, alinda noite de Rio Grande do Norte, que diga-se de passagem é muito linda. Como fomos andando perto das 6h na volta já estava escuro, andamos bastante é verdade e ficamos bem cansados mas valeu a pena, são memórias que nós nunca vamos querer esquecer.
A Thalía fez um "tererê" e ficou linda, ela é uma criança muito alegre e que não dá trabalho algum, só quer diversão, muito lindinha, impossível não amá-la cada dia mais. A Nat gostou bastante também e já demonstrou tristeza porque viu que estamos indo pra reta final. porém o finalzinho é muito bom. Temos que curtir. Um grande beijo e tchau!
Aqui em Natal é engraçado porque escurece muito rápido, quando é 5h45 do horário de Brasília já começa a demonstrar que a noite já vem, alinda noite de Rio Grande do Norte, que diga-se de passagem é muito linda. Como fomos andando perto das 6h na volta já estava escuro, andamos bastante é verdade e ficamos bem cansados mas valeu a pena, são memórias que nós nunca vamos querer esquecer.
A Thalía fez um "tererê" e ficou linda, ela é uma criança muito alegre e que não dá trabalho algum, só quer diversão, muito lindinha, impossível não amá-la cada dia mais. A Nat gostou bastante também e já demonstrou tristeza porque viu que estamos indo pra reta final. porém o finalzinho é muito bom. Temos que curtir. Um grande beijo e tchau!
quinta-feira, 25 de março de 2010
Natal, 24 de março de 2010 (LUTO)
Hoje, um dia tranquilo, dando prosseguimento as férias e aproveitando a praia de ponta negra, é aquela próxima ao morro do careca. Curtimos a piscina e subimos para um banho e irmos almoçar. Alias o almoço se deu pela segunda vez em um restaurantizinho aqui bem próximo do hotel. Um lugar até que legalzinho mas com um agravante insuportável: a demora. Nunca vi um lugar pra servir alimentação tão demorado, mas comemos file mignom e atum, que estavam muito gostoso, se bem que queríamos na verdade comer a típica carne de sol, mas havia acabado de acabar...prometemos que no próximo almoço iríamos tentar novamente. A tarde fomos para o mar mas não quero relatar o que aconteceu por lá pois estou de luto. Motivo? Eu ia tirar um foto com minha rainha Nat quando de repente a máquina fotográfica caiu. Ela que havia nos acompanhado já em tantas viagens, inclusiva em caldas novas, não resistiu e quebrou. Seu visor só marca falha e já tentei de tudo mas sem sucesso. Não vejo a hora de consertá-la...
quarta-feira, 24 de março de 2010
Dia do Hotel
Deixamos o dia para descansar hoje, ficamos somente no hotel para aproveitá-lo já que ele dispõe de bastante conforto também. E por incrível que pareça em férias se deixar se levar por aqueles que tratam com turista você mal descansa pois eles somente querem que você compre, compre, compre... mas faz parte.
Depois de uma boa noite de sono acordamos e tomamos café da manhã que incluía tapioca. Eu mesmo amo essa receita e não passei nenhum dia aqui sem comer essa delícia já que em São Paulo é um pouco difícil de se achar, estamos também ansiosos para experimentar a tal da carne de sol mas regional mesmo, vamos experimentar sim.
Fomos para a piscina e é impressionante como diante duma praia como essa aqui em Natal próximo ao morro do careca as crianças mesmo assim adoram ficar na piscina. A Thalía se divertiu muito e eu e a Nat não poderíamos ficar de fora, brincamos bastante e fiquei muito feliz em ver a confiança da Thalía na água com a ajuda do "macarrão" ela se virou muito bem sozinha com apenas nossa supervisão.
Demos uma pausa para o almoço e ficamos logo depois curtindo a praia, fui pular umas ondinhas com a Thá e sentamos todos um pouquinho na areia olhando um presente de Deus daquele momento que foi um belo arco íris no morro do careca, e como a Nat estava com meu celular e foninho curtindo um som resolvi compartilhar e ficamos ali naquele momento tão bom em família ao som de November Rain de Guns n Roses.
Depois de uma boa noite de sono acordamos e tomamos café da manhã que incluía tapioca. Eu mesmo amo essa receita e não passei nenhum dia aqui sem comer essa delícia já que em São Paulo é um pouco difícil de se achar, estamos também ansiosos para experimentar a tal da carne de sol mas regional mesmo, vamos experimentar sim.
Fomos para a piscina e é impressionante como diante duma praia como essa aqui em Natal próximo ao morro do careca as crianças mesmo assim adoram ficar na piscina. A Thalía se divertiu muito e eu e a Nat não poderíamos ficar de fora, brincamos bastante e fiquei muito feliz em ver a confiança da Thalía na água com a ajuda do "macarrão" ela se virou muito bem sozinha com apenas nossa supervisão.
Demos uma pausa para o almoço e ficamos logo depois curtindo a praia, fui pular umas ondinhas com a Thá e sentamos todos um pouquinho na areia olhando um presente de Deus daquele momento que foi um belo arco íris no morro do careca, e como a Nat estava com meu celular e foninho curtindo um som resolvi compartilhar e ficamos ali naquele momento tão bom em família ao som de November Rain de Guns n Roses.
terça-feira, 23 de março de 2010
Passeio com bugue e lago da coca-cola
Hoje em nossa concepção foi o melhor passeio aqui em Natal. Acordamos bem cedo para tomarmos café já que iríamos partir as 8h10. Aqui como já sabemos também na vida se passa muito rápido quando se trata de diversão. Chegamos nas praias dos golfinhos e consegui ver alguns mas muito rápido pois são golfinhos selvagens diferentes daqueles que estamos acostumados a ver na TV ou até mesmo ao vivo porém domesticados.
Iniciamos o passeio de bugie e com muita emoção demos início a nossa aventura que teve parada no projeto TAMAR, aqueles das tartarugas muito interessante e também em um lugar que vende pastel e cachaça. Reparei que havia muitos turistas que saiam de la mais alegres da forma que entraram, eu e a Nat até tentamos experimentar a tal mas como temos o paladar totalmente primitivo não conseguimos dar mau um gole e só molhamos a ponta da língua pra ficarmos fazendo careta, mas valeu.
Um momento muito bom foi quando conhecemos o lago da coca-cola que devido o excesso de algas a agua fica super avermelhada por que as algas soltam substancias que fazem as águas ficarem assim parecidas com coca-cola, bem bacana e rendeu bastante fotos legais bem com muita diversão. Vimos também macaco na mata atlântica que é uma área preservada e voltamos para o hotel exaustos e cheio de fome mas valeu a pena em estar num lugar tão lindo criado por Deus com tanta qualidade de vida. Finalizamos o passeio na divisa de Paraná com uma vista bastante rochosa e tiramos fotos da agua se quebrando por lá. Sensacional!
Iniciamos o passeio de bugie e com muita emoção demos início a nossa aventura que teve parada no projeto TAMAR, aqueles das tartarugas muito interessante e também em um lugar que vende pastel e cachaça. Reparei que havia muitos turistas que saiam de la mais alegres da forma que entraram, eu e a Nat até tentamos experimentar a tal mas como temos o paladar totalmente primitivo não conseguimos dar mau um gole e só molhamos a ponta da língua pra ficarmos fazendo careta, mas valeu.
Um momento muito bom foi quando conhecemos o lago da coca-cola que devido o excesso de algas a agua fica super avermelhada por que as algas soltam substancias que fazem as águas ficarem assim parecidas com coca-cola, bem bacana e rendeu bastante fotos legais bem com muita diversão. Vimos também macaco na mata atlântica que é uma área preservada e voltamos para o hotel exaustos e cheio de fome mas valeu a pena em estar num lugar tão lindo criado por Deus com tanta qualidade de vida. Finalizamos o passeio na divisa de Paraná com uma vista bastante rochosa e tiramos fotos da agua se quebrando por lá. Sensacional!
domingo, 21 de março de 2010
Forte dos reis magos-Natal
Acordei cedo com a Nat dizendo que não tinha dormido nada. Conseguimos negociar com a Thalía que foi semi acordada tomar café da manhã conosco. Hoje o dia amanheceu um pouco nublado porém muito calor mesmo assim deixando bem vindo o ar condicionado.
Ás 11h40, tínhamos um encontro marcado com a representante de viagens que nos levou para conhecermos um local que havia sido um ex presídio na época da colonização e que agora vendiam artefatos de renda e tinha também um forrósão todos os finais de semana. quando partimos fomos almoçar em um lugar que almoçamos pagando r$ 50,00 em um almoço que dava e sobrava pra três pessoas. A Nata como é normal pro sexo feminino estava um pouquinho enjoada mas conseguimos convencê-la a rir com a gente também. Ficamos no mar natalience com a Tha e visitamos o forte dos reis magos lugar estratégico que comportava os soldados portugueses. Vimos os antigos canhões, prisões, capela e a vista estratégica que para mim que me amarro em história foi o máximo. Fiquei sabendo também que tal forte que forma um desenho de uma estrela foi uma base para as tropas americanas na segunda gerra mundial, já que Natal é uma terra muito próxima da Europa quando se fala de américas.
Fui...amanhã tem mais. Tentaremos ver golfinhos, e espero que a gente consiga!
Uma semana em Natal-RN
Depois de muito trânsito, estresse, e pouco entretenimento só sobrando shopping's, resolvemos fazer um pacote e viajar para Natal. A Nat a Tha minha filhota e eu, embarcamos debaixo de muita chuva no aeroporto de guarulhos com uma carona bem legal do Valdir e da Cinthya meus sogrões, e fomos embora debaixo de muitas orações da Natalia que sempre tem suor frio nas mãos dentro dos aviões.
Como a viagem era de quatro horas e fizemos o chekin ás 23h00, dormi bastante durante o voo e fui acordado pela Nat para comer um sanduiche muito ruim servido pela TAM, mas o suco estava bom e chegamos aqui no hotel que é muito bonito e de frente para o mar as 4h00 do dia 21, e estou cansado precisando dormir pois amanhã o passeio começou. Também colocarei fotos do hotel. Beijos e inté!
Como a viagem era de quatro horas e fizemos o chekin ás 23h00, dormi bastante durante o voo e fui acordado pela Nat para comer um sanduiche muito ruim servido pela TAM, mas o suco estava bom e chegamos aqui no hotel que é muito bonito e de frente para o mar as 4h00 do dia 21, e estou cansado precisando dormir pois amanhã o passeio começou. Também colocarei fotos do hotel. Beijos e inté!
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Alquimia

Faz algum tempo, tive que ir na escola onde estudei boa parte da minha vida. Cheguei por lá e as paredes eram as mesmas, paredes estas que haviam testemunhado muitas coisas e manias que eu portava na minha adolescência. Fui um aluno de terceira categoria, mas adorava acima de tudo fazer boas amizades, tão boas que algumas perduram até hoje, outras se foram sem deixar nenhum rastro e algumas fiz algum esforço de reencontro, mas sem a menor condição, por ter-se seguido caminhos tão diferentes e distantes daqueles de estudantes diários.
Rubem Alves diz que a memória é poder estranho, e que ela guarda coisas em sua gaveta que nem sabemos que existem, e não é que uma gaveta sem me avisar se abriu!
Lá estava eu aguardando uma pessoa quando vi o portão de acesso ao pátio, lá eu havia vivido grandes emoções como brigas, exibições sem graça, outras até engraçadas, papo furados e papos futebolísticos sem muito conhecimento de causa, só para dizer que eu pregava algo, assuntos musicais, paqueras, dentre outros.
Quando não resisti e fui dar uma espiadinha, uma grande alquimia aconteceu, e aquilo tão comum que sempre existiu me fez sentir o que estava escondido em mim mesmo, e eu nem me lembrava...tão bom que doía. Doeu por que se foi sem dizer que ia, e só agora que ví que se foi.
Me vi ali e descobri que naquele pedacinho tinha um eu registrado, ah quanta saudade! Eu costumava ter uma rotina com os mesmos lugares e amigos que nos viamos sempre e não era adepto a disputas, apenas a amigos e futebol e pouco estudo. Assim me era resumido, e houve um ano em que fui reprovado, tomei bomba, e muitos dos meus amigos partiram sem mim para um horário diferente, quando ví já era tarde e eles estavam agora sem mim. lembro-me até de um dia em que fui no horário matutino (meu horário era vespertino agora, já que havia reprovado) e subi em um muro e vi meus amigos jogando vôlei em pratica desportiva, e fiquei triste por não estar lá mas tive uma grande idéia. Iria me matricular em uma escola paga que tinha supletivo, daí alcançaria meus amigos e acabaria com todo esse sofrimento. Mas, minhas condições financeiras não permitiram. Fui até na tal escola e vi que seria utópico e tive que encarar a realidade.
Hoje se fosse dar um titulo para aquela fase diria: "naqueles tempos". Viví fazendo o que eu sabia de melhor: amizades. Todos eram meus amigos, vivi fazes nesta época em que meu brinquedo predileto era a guitarra, e passava horas a fio tocando e me dedicando e sonhando até mesmo uma apresentação para os meus amigos. Talvez buscasse compor uma música em acordes menores que substituísse aquele tempo, já que não tinha mais a metade do dia inteiro só para mim com eles.
Hoje tenho minha família que tanto amo, e fazem com que me sinta mais feliz ainda quando era mais novo, seria uma coisa muito ruim ter de escolher uma só, mas não abriria mão do que vivo hoje, ainda bem que a vida não é toda de ruim. Gostaria de rever todos meus amigos de novo, tudo de uma vez, explico pra minha filha aproveitar o máximo suas melhores amigas, pois elas um dia vão crescer e muitas vão desaparecer por aí neste mundo.
O pequeno príncipe cuidava da sua amiga rosa e ela fazia muito dengo. talvez eu peça ao papai do céu no meu próximo aniversário para reencontrar todos os meus amigos novamente. Assim teria de novo mesmo com 31 anos o rosto de um menino feliz, feliz por ter reencontrado uma grande alquimia.
Rubem Alves diz que a memória é poder estranho, e que ela guarda coisas em sua gaveta que nem sabemos que existem, e não é que uma gaveta sem me avisar se abriu!
Lá estava eu aguardando uma pessoa quando vi o portão de acesso ao pátio, lá eu havia vivido grandes emoções como brigas, exibições sem graça, outras até engraçadas, papo furados e papos futebolísticos sem muito conhecimento de causa, só para dizer que eu pregava algo, assuntos musicais, paqueras, dentre outros.
Quando não resisti e fui dar uma espiadinha, uma grande alquimia aconteceu, e aquilo tão comum que sempre existiu me fez sentir o que estava escondido em mim mesmo, e eu nem me lembrava...tão bom que doía. Doeu por que se foi sem dizer que ia, e só agora que ví que se foi.
Me vi ali e descobri que naquele pedacinho tinha um eu registrado, ah quanta saudade! Eu costumava ter uma rotina com os mesmos lugares e amigos que nos viamos sempre e não era adepto a disputas, apenas a amigos e futebol e pouco estudo. Assim me era resumido, e houve um ano em que fui reprovado, tomei bomba, e muitos dos meus amigos partiram sem mim para um horário diferente, quando ví já era tarde e eles estavam agora sem mim. lembro-me até de um dia em que fui no horário matutino (meu horário era vespertino agora, já que havia reprovado) e subi em um muro e vi meus amigos jogando vôlei em pratica desportiva, e fiquei triste por não estar lá mas tive uma grande idéia. Iria me matricular em uma escola paga que tinha supletivo, daí alcançaria meus amigos e acabaria com todo esse sofrimento. Mas, minhas condições financeiras não permitiram. Fui até na tal escola e vi que seria utópico e tive que encarar a realidade.
Hoje se fosse dar um titulo para aquela fase diria: "naqueles tempos". Viví fazendo o que eu sabia de melhor: amizades. Todos eram meus amigos, vivi fazes nesta época em que meu brinquedo predileto era a guitarra, e passava horas a fio tocando e me dedicando e sonhando até mesmo uma apresentação para os meus amigos. Talvez buscasse compor uma música em acordes menores que substituísse aquele tempo, já que não tinha mais a metade do dia inteiro só para mim com eles.
Hoje tenho minha família que tanto amo, e fazem com que me sinta mais feliz ainda quando era mais novo, seria uma coisa muito ruim ter de escolher uma só, mas não abriria mão do que vivo hoje, ainda bem que a vida não é toda de ruim. Gostaria de rever todos meus amigos de novo, tudo de uma vez, explico pra minha filha aproveitar o máximo suas melhores amigas, pois elas um dia vão crescer e muitas vão desaparecer por aí neste mundo.
O pequeno príncipe cuidava da sua amiga rosa e ela fazia muito dengo. talvez eu peça ao papai do céu no meu próximo aniversário para reencontrar todos os meus amigos novamente. Assim teria de novo mesmo com 31 anos o rosto de um menino feliz, feliz por ter reencontrado uma grande alquimia.
sábado, 30 de janeiro de 2010
10 Pedacinhos de livros que lí e valem a pena

1) - Ai! que preguiça!...
(Macunaíma / Mário de Andrade)
2) Pouca saúde e muita saúva, os males do Brasil são. (Macunaíma / Mário de Andrade)
3) Por que bonita, se coxa? Por que coxa, se bonita? (Memórias Póstumas de Bras Cubas / Machado de Assis)
4) Que é a morte de que se morre de velhice antes dos trinta, de emboscada antes dos vinte, de fome um pouco por dia. (Morte e Vida Severina / João Cabral Melo Neto)
5) Minha pobreza talvez é que talvez não tenho presente melhor: trago papel de jornal para lhe servir de cobertor; cobrindo-se assim de letras vai um dia ser doutor. (Morte e Vida Severina / João Cabral de Melo Neto)
6) É preciso viver com os homens,
é preciso não assassiná-los,
é preciso ter mãos pálidas...
(Sentimento do Mundo / Drumond de Andrade)
7) Sou um fotógrafo, vejo e fotografo o que vejo com palavras.
(Ostra Feliz Não Faz Pérolas / Rubem Alves)
8) Mas era preciso que festejássemos e nos alegrássemos, pois esse teu irmão estava morto e tornou a viver, ele estava perdido e foi encontrado.
(Evangelho de São Lucas 15: 11, 32 / A Volta do Filho Pródigo)
9) Quem falou que este mundo é ruim! Só recordar... (Contos Novos / Mario de Andrade)
10) Mas se Deus é as flores e as árvores.
E os montes e sol e luas,
Então acredito nele,
Então acredito nele a toda a hora!
E a minha vida é toda uma oração e uma missa.
E uma comunhão com os olhos e pelos ouvidos.
(Alberto Caeiro / Fernando Pessoa)
(Macunaíma / Mário de Andrade)
2) Pouca saúde e muita saúva, os males do Brasil são. (Macunaíma / Mário de Andrade)
3) Por que bonita, se coxa? Por que coxa, se bonita? (Memórias Póstumas de Bras Cubas / Machado de Assis)
4) Que é a morte de que se morre de velhice antes dos trinta, de emboscada antes dos vinte, de fome um pouco por dia. (Morte e Vida Severina / João Cabral Melo Neto)
5) Minha pobreza talvez é que talvez não tenho presente melhor: trago papel de jornal para lhe servir de cobertor; cobrindo-se assim de letras vai um dia ser doutor. (Morte e Vida Severina / João Cabral de Melo Neto)
6) É preciso viver com os homens,
é preciso não assassiná-los,
é preciso ter mãos pálidas...
(Sentimento do Mundo / Drumond de Andrade)
7) Sou um fotógrafo, vejo e fotografo o que vejo com palavras.
(Ostra Feliz Não Faz Pérolas / Rubem Alves)
8) Mas era preciso que festejássemos e nos alegrássemos, pois esse teu irmão estava morto e tornou a viver, ele estava perdido e foi encontrado.
(Evangelho de São Lucas 15: 11, 32 / A Volta do Filho Pródigo)
9) Quem falou que este mundo é ruim! Só recordar... (Contos Novos / Mario de Andrade)
10) Mas se Deus é as flores e as árvores.
E os montes e sol e luas,
Então acredito nele,
Então acredito nele a toda a hora!
E a minha vida é toda uma oração e uma missa.
E uma comunhão com os olhos e pelos ouvidos.
(Alberto Caeiro / Fernando Pessoa)
*Bônus*
- O essencial é invisível aos olhos. Só se vê bem com o coração.
(O Pequeno Príncipe / Antoine Saint Exupéry)
domingo, 24 de janeiro de 2010
Literando

"Deve-se ler pouco e reler muito." (Nelson Rodrigues)
Lendo muitos livros e relendo poucos vou trazendo pra minha felicidade frases, idéias, pensamentos e imagens que só a boa leitura nos proporciona. Devorador de livros que sou não deixo de ler aqueles clássicos imortais que passam por gerações nos fazendo olhar pra dentro e procurar o nosso eu interior, e também reconhecer que a falha humana é de todos.
Na minha leitura por exemplo, vejo o livro que são indicado por amigos, pesquisado pela internet, aqueles que queremos ler por se tratar de citação em uma obra boa, e também aqueles que apenas temos vontade.
Pego o livro com uma capa convidativa e me pergunto: Como que o autor vai iniciar este tema? E o final então? Quando que faltando algumas páginas logo penso: Não gostaria de ter a responsabilidade de ter que terminar esta obra, ainda bem que sobre mim nunca esteve este peso, penso.
Resolvi registrar aqui dezenas de livros lidos por mim, alguns que mais me marcaram em termo de início da obra e o capítulo final. É algo bem pessoal, que falou profundamente comigo me deixando perplexo, triste, introspectivo e também feliz é claro.
Foi algo que sempre gostei de fazer depois de ler meus livros passado algum tempo, reler as primeiras páginas e em seguida suas ultimas páginas...forte emoções.
Vou então enumerar dois livros com votos de sensacional para o começo e dois livros com tal voto para o final, não foi tão fácil já que temos inúmeros livros que caberiam aqui nesta reflexão, como por exemplo o livro São Bernardo de Graciliano Ramos que tem uma introdução fantástica e completamente par no final, e também tomo como exemplo a obra de Kafka, O Processo, que nos deixa revoltado e marcado por um final tão absurdo.
O livro de início fantástico: Grande Sertão: Veredas (Guimarães Rosa)
-Nonada. Tiros que o senhor ouviu foram de briga de homem não, Deus esteja. Alvejei mira em árvore, no quintal, no baixo do córrego. Por meu acerto. Todo dia isso faço, gosto; desde mal em minha mocidade. Daí, vieram me chamar. Causa dum bezerro: um bezerro branco, erroso, os olhos de nem ser - se viu - ; e com máscara de cachorro. Me disseram; eu não quis avistar. Mesmo que por defeito como nasceu, arrebitado de beiços, essa figura rindo feito pessoa. Cara de gente, cara de cão: determinaram - era o demo. Povo prascóvio. Mataram. Dono dele nem sei quem for. Vieram emprestar minhas armas, cedi. Não tenho abusões. O senhor ri certas risadas... Olhe: quando é tiro de verdade, primeiro a cachorrada pega a latir, instantaneamente - depois, então, se vai ver se deu mortos. O senhor tolere, isto é o sertão. Uns querem que não seja...
Segundo livro de início fantástico: Memórias Póstumas de Brás Cubas (Machado de Assis)
Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a adotar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a campa foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também contou a sua morte, não a pos no intróito, mas no cabo: diferença radical entre este livro e o Pentateuco.
Primeiro livro de final fantástico: Memorial do Convento (José Saramago)
Meteu-se pela rua Nova dos Ferros, virou para a direita na Igreja de Nossa Senhora da Oliveira, em direção ao Rossio, repetia um intinerário de há vinte e oito anos. Caminhava no meio de fantasmas, de neblinas que eram gente. Entre os mil cheiros fétidos da cidade, a aragem nocturna trouxe-lhe o da carne queimada. Havia multidão em S. Domingos, archotes, fumo negro, fogueiras. Abriu caminho, chegou-se às filas da frente, Quem são, perguntou a uma mulher que levava uma criança ao colo, De três sei eu, aquele além e aquela são pai e filha que vieram por culpas do judaísmo, e o outro, o da ponta, é um que fazia comédias de bonifrates e se chamava Antonio José da Silva, dos mais não ouvi.
São onze os suplicados. A queima já vai adiantada, os rostos mal se distinguem. Naquele extremo arde um homem a quem falta a mão esquerda Talvez por ter a barba enegrecida, prodígio cosmético da fuligem, parece mais novo. E uma nuvem fechada está no centro do seu corpo. Então Blimunda disse, Vem. Desprendeu-se a vontade de Baltasar Sete-Sóis, mas não subiu para as estrelas, se à terra pertencia e a Blimunda.
Segundo livro de final fantástico: Memórias Póstumas de Brás Cubas (Machado de Assis)
Este último capítulo é todo de negativas. Não alcancei a celebridade do emplasto. Não fui ministro, não fui califa, não conheci o casamento. Verdade é que, ao lado dessas faltas, coube-me a boa fortuna de não comprar o pão com o suor do meu rosto. Mais; não padeci a morte de Dona Plácida, nem a semidemência de Quincas Borba. somadas umas coisas e outras, qualquer pessoa imaginará que não houve mingua nem sobra, e conseguintemente que saí quite com a vida. E imaginará mal; porque, ao chegar a este outro lado do mistério, achei-me com um pequeno saldo, que é a derradeira negativa deste capítulo de negativas: "Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria".
Livros como estes que fazem com que nos lembremos que não somos super-homens não, e que na verdade: "Existe é homem humano. Travessia"...inté!
Lendo muitos livros e relendo poucos vou trazendo pra minha felicidade frases, idéias, pensamentos e imagens que só a boa leitura nos proporciona. Devorador de livros que sou não deixo de ler aqueles clássicos imortais que passam por gerações nos fazendo olhar pra dentro e procurar o nosso eu interior, e também reconhecer que a falha humana é de todos.
Na minha leitura por exemplo, vejo o livro que são indicado por amigos, pesquisado pela internet, aqueles que queremos ler por se tratar de citação em uma obra boa, e também aqueles que apenas temos vontade.
Pego o livro com uma capa convidativa e me pergunto: Como que o autor vai iniciar este tema? E o final então? Quando que faltando algumas páginas logo penso: Não gostaria de ter a responsabilidade de ter que terminar esta obra, ainda bem que sobre mim nunca esteve este peso, penso.
Resolvi registrar aqui dezenas de livros lidos por mim, alguns que mais me marcaram em termo de início da obra e o capítulo final. É algo bem pessoal, que falou profundamente comigo me deixando perplexo, triste, introspectivo e também feliz é claro.
Foi algo que sempre gostei de fazer depois de ler meus livros passado algum tempo, reler as primeiras páginas e em seguida suas ultimas páginas...forte emoções.
Vou então enumerar dois livros com votos de sensacional para o começo e dois livros com tal voto para o final, não foi tão fácil já que temos inúmeros livros que caberiam aqui nesta reflexão, como por exemplo o livro São Bernardo de Graciliano Ramos que tem uma introdução fantástica e completamente par no final, e também tomo como exemplo a obra de Kafka, O Processo, que nos deixa revoltado e marcado por um final tão absurdo.
O livro de início fantástico: Grande Sertão: Veredas (Guimarães Rosa)
-Nonada. Tiros que o senhor ouviu foram de briga de homem não, Deus esteja. Alvejei mira em árvore, no quintal, no baixo do córrego. Por meu acerto. Todo dia isso faço, gosto; desde mal em minha mocidade. Daí, vieram me chamar. Causa dum bezerro: um bezerro branco, erroso, os olhos de nem ser - se viu - ; e com máscara de cachorro. Me disseram; eu não quis avistar. Mesmo que por defeito como nasceu, arrebitado de beiços, essa figura rindo feito pessoa. Cara de gente, cara de cão: determinaram - era o demo. Povo prascóvio. Mataram. Dono dele nem sei quem for. Vieram emprestar minhas armas, cedi. Não tenho abusões. O senhor ri certas risadas... Olhe: quando é tiro de verdade, primeiro a cachorrada pega a latir, instantaneamente - depois, então, se vai ver se deu mortos. O senhor tolere, isto é o sertão. Uns querem que não seja...
Segundo livro de início fantástico: Memórias Póstumas de Brás Cubas (Machado de Assis)
Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a adotar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a campa foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também contou a sua morte, não a pos no intróito, mas no cabo: diferença radical entre este livro e o Pentateuco.
Primeiro livro de final fantástico: Memorial do Convento (José Saramago)
Meteu-se pela rua Nova dos Ferros, virou para a direita na Igreja de Nossa Senhora da Oliveira, em direção ao Rossio, repetia um intinerário de há vinte e oito anos. Caminhava no meio de fantasmas, de neblinas que eram gente. Entre os mil cheiros fétidos da cidade, a aragem nocturna trouxe-lhe o da carne queimada. Havia multidão em S. Domingos, archotes, fumo negro, fogueiras. Abriu caminho, chegou-se às filas da frente, Quem são, perguntou a uma mulher que levava uma criança ao colo, De três sei eu, aquele além e aquela são pai e filha que vieram por culpas do judaísmo, e o outro, o da ponta, é um que fazia comédias de bonifrates e se chamava Antonio José da Silva, dos mais não ouvi.
São onze os suplicados. A queima já vai adiantada, os rostos mal se distinguem. Naquele extremo arde um homem a quem falta a mão esquerda Talvez por ter a barba enegrecida, prodígio cosmético da fuligem, parece mais novo. E uma nuvem fechada está no centro do seu corpo. Então Blimunda disse, Vem. Desprendeu-se a vontade de Baltasar Sete-Sóis, mas não subiu para as estrelas, se à terra pertencia e a Blimunda.
Segundo livro de final fantástico: Memórias Póstumas de Brás Cubas (Machado de Assis)
Este último capítulo é todo de negativas. Não alcancei a celebridade do emplasto. Não fui ministro, não fui califa, não conheci o casamento. Verdade é que, ao lado dessas faltas, coube-me a boa fortuna de não comprar o pão com o suor do meu rosto. Mais; não padeci a morte de Dona Plácida, nem a semidemência de Quincas Borba. somadas umas coisas e outras, qualquer pessoa imaginará que não houve mingua nem sobra, e conseguintemente que saí quite com a vida. E imaginará mal; porque, ao chegar a este outro lado do mistério, achei-me com um pequeno saldo, que é a derradeira negativa deste capítulo de negativas: "Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria".
Livros como estes que fazem com que nos lembremos que não somos super-homens não, e que na verdade: "Existe é homem humano. Travessia"...inté!
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
-ApotegmA-

Um apotegma é um aforismo que nada mais é que uma frase curta, que diz muita coisa, mas que não tem nada a ver com provérbios por exemplo. O jornalista Daniel Piza diz que na verdade aforismo é um contra-provérbio, já Rubem Alves diz que aforismo são frases curtas que são fotografadas pelas palavras e que nos diz muito ficando guardado em nossa memória.
Eis um meu pra vocês:
"Preocupar-se é tentar apanhar nas mãos aquilo que voa".
Eis um meu pra vocês:
"Preocupar-se é tentar apanhar nas mãos aquilo que voa".
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
reflexão
sábado, 2 de janeiro de 2010
Aforismo?
A solidão tem seu benefício: o não fazer bobagem que se faz a dois.
Plagiei tudo, e tudo em mim escrito estava...há Homero e suas ilíadas e odisseias!
O que é a verdade? conjecturas?
A estatística diz: para cada um leitor existem duas leitoras. A sede do saber é feminino.
No divã, apenas uma pergunta: Aonde vou?
Nunca vi um egoísmo peregrino. Ele sempre tem morada.
Rever conceitos é lembrar que a natureza existe.
Os dinossauros foram extintos com fogo, nós humanos seremos extintos com água: "sim nós podemos!"
Perdão é não acumular débitos e nem tão pouco créditos.
Plagiei tudo, e tudo em mim escrito estava...há Homero e suas ilíadas e odisseias!
O que é a verdade? conjecturas?
A estatística diz: para cada um leitor existem duas leitoras. A sede do saber é feminino.
No divã, apenas uma pergunta: Aonde vou?
Nunca vi um egoísmo peregrino. Ele sempre tem morada.
Rever conceitos é lembrar que a natureza existe.
Os dinossauros foram extintos com fogo, nós humanos seremos extintos com água: "sim nós podemos!"
Perdão é não acumular débitos e nem tão pouco créditos.
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